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quinta-feira, 15 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Guerra 'cooperativa' é o segredo no game 'Army of two'
No quesito entretenimento, "Army of two" se destaca como uma divertida aventura em que você aniquila os soldados "do mal" e ganha dinheiro para comprar novas armas.
Tem explosões, tiros certeiros, força bruta em ação e a experiência de companheirismo ao atravessar as missões ajudando o parceiro - e sendo ajudado por ele.
O apelo funciona, mesmo que o jogo não tenha um universo contagiante como o de "Gears of war" ou até mesmo "Black", outros dois jogos de tiro. Mas é impossível ignorar que, hoje, os games não são apenas diversão. E é quando você ouve os diálogos dos protagonistas Rios e Salem que percebe: a única motivação para eles fazerem o que fazem é... o dinheiro - e não aquele companheirismo de que tanto falam.
Nunca sozinho
Cumprimente seu amigo, reclame ou simplesmente troque de arma com ele (Foto: Divulgação)
Rios e Salem são os heróis "bacanas" de "Army of two". Fazem piadas, têm frases de efeito e até tocam "air guitar" com suas armas entre um ataque e outro. O jogador escolhe um deles para controlar, e o outro passa a ser comandado "pelo computador" - ou por um segundo jogador, esteja ele ligado ao mesmo videogame ou conectado on-line.
A idéia de atuar em dupla é o que garante a emoção nas missões. Um herói dá cobertura enquanto o outro avança, depois serve de apoio para que o parceiro pule um muro e é obrigado a resgatá-lo em caso de ferimentos graves. Essa estratégia ganha mais opções com o fator "aggro", que destaca um dos heróis no campo de batalha, enquanto o segundo justiceiro passa despercebido para atacar o inimigo.
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Outras táticas em dupla incluem tiro de fuzil sincronizado, e o "back to back", quando os heróis ficam no centro de um círculo imaginário atirando contra os inimigos ao redor. Também é possível arrancar a porta de um carro e usá-la como escudo para atravessar trechos mais perigosos.
Cães de aluguel
Oriente Médio, aqui, é sinônimo de terroristas doidos. Por mais que a história tente explicar o contexto de missões no Iraque ou no Afeganistão, por exemplo, os diálogos de Rios e Salem mostram que a vontade de "ser legal" em "Army of two" é o que importa. Eles conversam sobre dinheiro para pagar as contas, falam sobre o que gostariam de ver na televisão e até marcam uma cerveja com um prisioneiro que acabam de libertar.
Mas essa amizade é artificial, principalmente quando as missões vão sendo enfileiradas e você não sente nenhuma motivação especial ao enfrentar os inimigos. Jogos como "Gears of war" e "Call of duty 4" não precisaram desse exagero para criar histórias envolventes.
Terroristas 'do mal': você não sabe exatamente qual a culpa deles, e nem a razão da missão, mas pare de fazer perguntas e continue atirando (Foto: Divulgação)
O trabalho é diversão
Como diversão sem compromisso, "Army of two" é uma boa escolha que poderia ter sido mais bem aproveitada. Faltam momentos marcantes, falta uma trilha sonora autêntica e sobram perguntas na linha "De onde saíram tantos inimigos em tão pouco tempo e por que eles não têm a menor noção de estratégia ao sair correndo atirando?".
O combate corpo-a-corpo deixa a desejar, com golpes lentos e travados, e não são raros os momentos em que o tiroteio no Afeganistão parece mais uma brincadeira de paintball com amigos e inimigos que, antes de tudo, mataram as aulas de estratégia aplicada.
Porta de carro vira escudo temporário contra fuzis e metralhadoras (Foto: Divulgação)
Os modos on-line e a opção de jogar com outro "humano", porém, quase conseguem virar o jogo a favor de "Army of two". Pena que as missões acabam rápido e que a lista de jogos de tiro on-line disponíveis hoje tenha opções mais divertidas.
Tem explosões, tiros certeiros, força bruta em ação e a experiência de companheirismo ao atravessar as missões ajudando o parceiro - e sendo ajudado por ele.
O apelo funciona, mesmo que o jogo não tenha um universo contagiante como o de "Gears of war" ou até mesmo "Black", outros dois jogos de tiro. Mas é impossível ignorar que, hoje, os games não são apenas diversão. E é quando você ouve os diálogos dos protagonistas Rios e Salem que percebe: a única motivação para eles fazerem o que fazem é... o dinheiro - e não aquele companheirismo de que tanto falam.
Nunca sozinho
Cumprimente seu amigo, reclame ou simplesmente troque de arma com ele (Foto: Divulgação)
Rios e Salem são os heróis "bacanas" de "Army of two". Fazem piadas, têm frases de efeito e até tocam "air guitar" com suas armas entre um ataque e outro. O jogador escolhe um deles para controlar, e o outro passa a ser comandado "pelo computador" - ou por um segundo jogador, esteja ele ligado ao mesmo videogame ou conectado on-line.
A idéia de atuar em dupla é o que garante a emoção nas missões. Um herói dá cobertura enquanto o outro avança, depois serve de apoio para que o parceiro pule um muro e é obrigado a resgatá-lo em caso de ferimentos graves. Essa estratégia ganha mais opções com o fator "aggro", que destaca um dos heróis no campo de batalha, enquanto o segundo justiceiro passa despercebido para atacar o inimigo.
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Outras táticas em dupla incluem tiro de fuzil sincronizado, e o "back to back", quando os heróis ficam no centro de um círculo imaginário atirando contra os inimigos ao redor. Também é possível arrancar a porta de um carro e usá-la como escudo para atravessar trechos mais perigosos.
Cães de aluguel
Oriente Médio, aqui, é sinônimo de terroristas doidos. Por mais que a história tente explicar o contexto de missões no Iraque ou no Afeganistão, por exemplo, os diálogos de Rios e Salem mostram que a vontade de "ser legal" em "Army of two" é o que importa. Eles conversam sobre dinheiro para pagar as contas, falam sobre o que gostariam de ver na televisão e até marcam uma cerveja com um prisioneiro que acabam de libertar.
Mas essa amizade é artificial, principalmente quando as missões vão sendo enfileiradas e você não sente nenhuma motivação especial ao enfrentar os inimigos. Jogos como "Gears of war" e "Call of duty 4" não precisaram desse exagero para criar histórias envolventes.
Terroristas 'do mal': você não sabe exatamente qual a culpa deles, e nem a razão da missão, mas pare de fazer perguntas e continue atirando (Foto: Divulgação)
O trabalho é diversão
Como diversão sem compromisso, "Army of two" é uma boa escolha que poderia ter sido mais bem aproveitada. Faltam momentos marcantes, falta uma trilha sonora autêntica e sobram perguntas na linha "De onde saíram tantos inimigos em tão pouco tempo e por que eles não têm a menor noção de estratégia ao sair correndo atirando?".
O combate corpo-a-corpo deixa a desejar, com golpes lentos e travados, e não são raros os momentos em que o tiroteio no Afeganistão parece mais uma brincadeira de paintball com amigos e inimigos que, antes de tudo, mataram as aulas de estratégia aplicada.
Porta de carro vira escudo temporário contra fuzis e metralhadoras (Foto: Divulgação)
Os modos on-line e a opção de jogar com outro "humano", porém, quase conseguem virar o jogo a favor de "Army of two". Pena que as missões acabam rápido e que a lista de jogos de tiro on-line disponíveis hoje tenha opções mais divertidas.
Parceria entre MySpace, Yahoo e eBay cria perfil único na web
O MySpace anunciou nesta quinta (8) o lançamento de uma "central de dados" para permitir que o internauta utilize um único perfil pessoal para compartilhar as informações em portais e serviços como Yahoo, eBay, Twitter e Photobucket. A idéia é oferecer atualizações automáticas para facilitar a vida do usuário: quando ele incluir um novo filme favorito no MySpace, essa informação aparecerá automaticamente em seu perfil do Twitter. A iniciativa, que leva o nome de "Data Availability", estará disponível nas próximas semanas em todo o mundo. O MySpace, que soma 117 milhões de internautas das mais diferentes nacionalidades, afirmou que outros sites podem aderir à novidade, se assim quiserem.
Na prática, a quebra de barreiras vai permitir que o comunicador Yahoo Messenger atualize automaticamente dados como foto e "música favorita" tendo como base o perfil do MySpace. O compartilhamento de dados também vai acrescentar fotos, vídeos e dados biográficos do usuário em seu perfil do eBay, assim como enriquecer o Twitter com um perfil mais completo.
O anúncio foi feito por Chris Wolfe, diretor-executivo da rede social. "Os sites não serão mais ilhas na internet. O objetivo é reforçar a troca de informações entre os serviços on-line", disse em entrevista. "Com isso, seu perfil no MySpace vai virar seu endereço de internet, sua identidade", completou.
Compartilhamento
O usuário terá o perfil padrão do MySpace e poderá compartilhá-lo com todos esses outros sites. São quatro níveis de compartilhamento: informações básicas, fotos, vídeos e lista de amigos. Uma das principais preocupações dos envolvidos na iniciativa é dar ao internauta total controle sobre quais informações serão divulgadas, em que sites ele fará isso e para quais contatos. Cada um dos sites parceiros terá um ícone indicando a disponibilidade dessa iniciativa de troca de informações. Mas se o usuário acessá-la via Twitter, para preencher automaticamente seu perfil nesse serviço de microblogging, terá de entrar também no MySpace para autorizar a transferência de dados -- a rede social concentrará todo o controle da identidade única.
Essa centralização, afirma a empresa, é muito importante para permitir o controle dos dados e garantir que sua atualização seja instantânea em todas as outras páginas selecionadas. Futuramente, o serviço também poderá estar disponível em equipamentos portáteis, mas os participantes não quiseram dar mais detalhes sobre essa possibilidade.
Parcerias
A idéia de buscar parcerias para fortalecer redes sociais não é nova. Ao permitir que desenvolvedores colocassem seus próprios aplicativos no Facebook, por exemplo, esse site de relacionamento passou a contar com diversas ferramentas e ganhou vantagem em relação à concorrência. Em resposta, o Google criou uma iniciativa chamada OpenSocial, que consiste em uma plataforma única para a criação desses aplicativos -- com eles, os internautas podem participar de jogos, testar de conhecimentos gerais e divulgar suas músicas favoritas, por exemplo. O MySpace aderiu esse projeto, que vai facilitar o trabalho dos desenvolvedores, e agora se mostrou também interessado em poupar esforços dos internautas.
Isso porque, se a “Data Availability" realmente se popularizar, não será mais preciso digitar em todo serviço on-line que você se cadastra um resumo de sua biografia, seus gostos e a cidade onde você mora, entre muitos outros dados.
Noticia Postada No G1
Na prática, a quebra de barreiras vai permitir que o comunicador Yahoo Messenger atualize automaticamente dados como foto e "música favorita" tendo como base o perfil do MySpace. O compartilhamento de dados também vai acrescentar fotos, vídeos e dados biográficos do usuário em seu perfil do eBay, assim como enriquecer o Twitter com um perfil mais completo.
O anúncio foi feito por Chris Wolfe, diretor-executivo da rede social. "Os sites não serão mais ilhas na internet. O objetivo é reforçar a troca de informações entre os serviços on-line", disse em entrevista. "Com isso, seu perfil no MySpace vai virar seu endereço de internet, sua identidade", completou.
Compartilhamento
O usuário terá o perfil padrão do MySpace e poderá compartilhá-lo com todos esses outros sites. São quatro níveis de compartilhamento: informações básicas, fotos, vídeos e lista de amigos. Uma das principais preocupações dos envolvidos na iniciativa é dar ao internauta total controle sobre quais informações serão divulgadas, em que sites ele fará isso e para quais contatos. Cada um dos sites parceiros terá um ícone indicando a disponibilidade dessa iniciativa de troca de informações. Mas se o usuário acessá-la via Twitter, para preencher automaticamente seu perfil nesse serviço de microblogging, terá de entrar também no MySpace para autorizar a transferência de dados -- a rede social concentrará todo o controle da identidade única.
Essa centralização, afirma a empresa, é muito importante para permitir o controle dos dados e garantir que sua atualização seja instantânea em todas as outras páginas selecionadas. Futuramente, o serviço também poderá estar disponível em equipamentos portáteis, mas os participantes não quiseram dar mais detalhes sobre essa possibilidade.
Parcerias
A idéia de buscar parcerias para fortalecer redes sociais não é nova. Ao permitir que desenvolvedores colocassem seus próprios aplicativos no Facebook, por exemplo, esse site de relacionamento passou a contar com diversas ferramentas e ganhou vantagem em relação à concorrência. Em resposta, o Google criou uma iniciativa chamada OpenSocial, que consiste em uma plataforma única para a criação desses aplicativos -- com eles, os internautas podem participar de jogos, testar de conhecimentos gerais e divulgar suas músicas favoritas, por exemplo. O MySpace aderiu esse projeto, que vai facilitar o trabalho dos desenvolvedores, e agora se mostrou também interessado em poupar esforços dos internautas.
Isso porque, se a “Data Availability" realmente se popularizar, não será mais preciso digitar em todo serviço on-line que você se cadastra um resumo de sua biografia, seus gostos e a cidade onde você mora, entre muitos outros dados.
Noticia Postada No G1
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